Cusquinhos ♥

sábado, 22 de janeiro de 2011

Boneca Blythe



A boneca Blythe foi criada em 1972 pelo designer Allison Katzman e comercializada nos E.U.A. pela Toy Company Kenner. A sua característica mais marcante e notável eram os olhos que mudam de cor e posição ao puxar de uma corda amarrada à parte traseira cabeça. Devido à falta de interesse e o facto da boneca assustar as crianças, a Blythe saiu de linha após um ano de seu lançamento.

Em 1997, a jornalista Gina Garan ganhou uma boneca Blythe de presente e passou a fotografá-la em todos os sítios, dando assim inspiração ao seu livro "This is Blythe". Em 1999, ela foi introduzida à Junko CWC Wong pelo artista e ilustrador, Jeffrey Fulvimari. Ainda naquele ano, a Hasbro deu à Takara, empresa japonesa, uma licença para produzir uma nova edição da boneca Blythe: a NEO Blythe. A Blythe foi usada numa campanha publicitária de televisão por Parco, o ramo de moda da Seibu Department Stores no Japão e foi um sucesso instantâneo. O sucesso no Japão levou a Hasbro a dar uma licença à Ashton Drake Galleries em 2004, para produzir Blythes nos Estados Unidos por um preço mais "em conta".

Na Primavera de 2009, Alexander McQueen lançou uma linha de moda para uma campanha publicitária com bonecas Blythe. A subcultura Blythe vibrante floresce na Internet, principalmente em fóruns e grupos de usuários. Existe uma grande rede de fanáticos que customizam a boneca para revenda, são pessoas que criam roupas exclusivas e calçados, bem como acessórios especificamente para Blythe.

Geralmente o preço das Neo-Blythes varia, podendo ir de 100 dólares até mais de mil. Antigamente, uma Blythe Kenner era vendida por aproximadamente 6 dólares.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Mãe

És mais que uma mulher, és uma santa. Por mais palavras que pudesse usar de nada adianta, muito de bom em mim foste tu que ensinaste, deste o que tinhas e nunca pediste nada em troca.
Quantas vezes quis partir mas acabei por ficar?
A última coisa que quero no mundo é fazer-te sofrer, pois sei que estarás comigo quando mais ninguém estiver e me darás o teu amor sem cobrar.
Sofro com os problemas dos outros, tal como tu, digo-te para não seres assim mas, sou como tu.
Acho que a tua bondade ás vezes é um defeito: para veres alguém feliz és capaz de abdicar d'algo por isso penso que foi para ti que se inventou o Paraíso. 

Diz-me: Como podes ser tão frágil e ao mesmo tempo tão forte? Admiro-te, admiro-te muito com todo o meu coração, não houve nenhum obstáculo que te desviasse do teu fado.
Dou por mim a queixar-me mas depois lembro-me de ti, paro, penso e percebo que passaste por coisas que nem consigo imaginar. És tu que me fortaleces quando me sinto fraca. Foste mãe, professora e amiga, tantos anos de fadiga, ainda assim és uma jovem linda e sempre o hás de ser. Tu sentes o que eu sinto sem ser preciso palavras, basta um olhar.
Eu peço a Deus que nunca te venha a desiludir.

És mais que uma mulher, és uma santa!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O que os nervos fazem a uma pessoa (...)

Estado da Tita: NERVOOOS! Farta de estar à espera.           
     Resultado: Esta espécie de qualquer coisa.
13.01.2011  ,,  10 Horas e 23 minutos

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

domingo, 9 de janeiro de 2011

Joaquina.


Odeio, odeio, odeio. Mas vá fica aqui para verem esta burrice. Enfim ...
Desenho a Grafite

sábado, 8 de janeiro de 2011

Perdida no tempo

Ando tão perdida no meio desta vida de corre-corre,
que por vezes até me esqueço que tenho relógio...
sim porque é assim que se mede o tempo,
infelizmente aquele tempo cronológico
que maldita invenção!
Mas porque é que cada um não pode viver o seu tempo,
sem ser considerado um marginal?
Quero o meu tempo, o meu tempo real,
aquele tempo de amar e não esquecer,
aquele tempo de cultivar amizades,
de acarinhar as amizades embrionárias,
tempo de liberdade, de ir à praia no inverno e comer gelados,
de recordar os que não estão,
os que não quiseram estar,
e tempo de abraçar os que permanecem,
pelo nosso ou pelo seu próprio tempo.
Há tempo que não passa, tempo que custa a passar e outro que é veloz,
mas o importante mesmo é não nos perdermos no tempo,
e se por acaso nos perdermos
existir alguém no nosso tempo ou não,
que invente a máquina do tempo,
para que possamos regressar sempre,
ao tempo que procuramos!

O medo

Talvez nada mais que um auto-retrato, auto-retrato psicológico, tenho pavor do desconhecido e apesar de avançar sempre sem pensar duas vezes é assim que me sinto, com medo. Saiu-me do nada, estranho mas gosto muito.
CARVÃO VEGETAL E PASTEL SECO
Vitral:
Vidro martelado.. Chumbo fundido.